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Linha d'água

  • 1120

    ÁGUA DE PARANHOS E O CANALLEM MAIORUM

    A água de Paranhos é referida em Carta Régia de D. Teresa datada de 1120 e em Carta Régia de 1138 de D. Afonso Henriques. Nestas cartas é também referido o “Canallem Maiorum”, o canal maior, que se atualmente conhecido como Rio de Vila, tal como foi denominado no reinado de D. Afonso IV, e o outro rio da cidade, o Rio Frio.
  • 1392

    FONTES E CHAFARIZES PÚBLICOS

    No Livro de Vereações de 1392 é referida a existência de fontes públicas na cidade, discutida em Sessão Camarária, devido à contaminação das suas águas e constitui a referência escrita mais antiga que se conhece.
  • 1548

    MANANCIAL DE MIJAVELHAS

    As primeiras referências conhecidas à água de Mijavelhas remontam ao século XV e indicam a existência de um chafariz. Já ao Manancial de Mijavelhas, a primeira referência que se conhece data de 1548. 
  • 1597

    ARCA D’ÁGUA DE PARANHOS

    D. Filipe I emite o Alvará que impulsiona a construção do Manancial de Paranhos, com o investimento de 1000 cruzados doados pelos portuenses. A 1ª pedra foi colocada em 1603. 
  • 1619

    MANANCIAL DAS VIRTUDES

    A água deste Manancial começou a ser explorada em 1619 para aproveitamento de várias minas, tendo sido neste ano construída uma fonte para o efeito. Neste ano, foi construída a Fonte do Rio Frio, conhecida como Fonte das Virtudes. Acreditava-se que as águas tinham virtudes medicinais que curavam doenças.
  • 1763

    ENCANAMENTO DO RIO DE VILA

    O Rio foi, durante a Idade Média, um depósito de lixos e resíduos, e para controlar as crescentes contaminações, parte do seu caudal foi encanado, em 1763, e construída a Rua de São João. O restante caudal foi encanado em 1875 aquando da abertura da Rua de Mouzinho da Silveira. 
  • 1838

    AQUEDUTO DE SALGUEIROS

    Em 1789 inicia-se a construção um aqueduto que iria aumentar o caudal de água que chegava à cidade, desde o Manancial de Salgueiros. Em 1838 esta água chegou à Arca de Sá de Noronha, na Praça Gomes Teixeira, que a distribuía para a cidade.
  • 1882

    ÁGUA DA COMPANHIA

    O contrato de concessão para a construção do 1º sistema de abastecimento de água ao domicílio do Porto foi assinado com uma Companhia de Paris, a Compagnie Générale des Eaux, em 1882. Entre 1884 e 1886 decorreram as obras de construção e em 1887 o sistema estava totalmente ativo. 
  • 1887

    O VAPOR ENTRA EM AÇÃO

    O sistema de abastecimento industrial ao domicílio entra em funcionamento pleno, potenciado pela maquinaria a vapor a operar nas 1ªs arquiteturas industriais da água do Porto.
  • 1897

    SANEAMENTO INGLÊS

    Em 1897 é aberto concurso para a construção do 1º sistema de saneamento industrial do Porto e em 1903 iniciaram as obras, com a empresa londrina, Hughes & Lancaster, estendendo-se até 1916. 
  • 1927

    CRIAÇÃO DOS SMAS – SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUAS E SANEAMENTO DO PORTO

    Agregaram os serviços de abastecimento de água e saneamento, herdando os dois sistemas oriundos do século XIX e que, em parte, ainda estão ativos na cidade. 
  • 1929

    ÁGUA DO RIO DOURO

    A primeira preocupação dos SMAS foi garantir que mais água chegava aos portuenses e, por isso, as primeiras grandes obras foram a construção dos Reservatórios e Central de Nova Sintra e as primeiras captações no Rio Douro.
  • 1930

    AS FONTES DE OUTRORA

    Responsáveis pela gestão das fontes públicas, os SMAS iniciam um processo de desativação, demolição e transladação de fontes que entraram em desuso e daqui nasce a ideia do Museu da Água do Porto.
  • 1937

    TRATAMENTO QUÍMICO DA ÁGUA

    É instaurado o tratamento químico da água pelos SMAS, o que veio melhorar a qualidade da “água da Companhia”, que era apenas filtrada. 
  • 1940

    EXPANSÃO DA REDE

    Entre os finais da década de 1930 e a de 1970 foram construídos mais reservatórios na cidade e expandiu-se a rede de abastecimento de água.
  • 1985

    CENTENÁRIO DE UM SISTEMA

    Depois de 100 anos em funcionamento, o 1º sistema de abastecimento de água desativa a captação de água em Gondomar, depois da construção da Barragem de Crestuma-Lever.