Fonte de Mouzinho da Silveira: uma ponte, uma fonte e uma loja
Em 1872 foi projetada a Rua de Mouzinho da Silveira e em equação esteve o corte de uma das artérias mais antigas da cidade, de origem medieval, a Rua de Pelames. Em vez disso, projetou-se um grande arco que sustentasse a rua e para o interior do vão projetou-se uma fonte com duas bicas e um largo tanque, a Fonte Monumental de Mouzinho da Silveira. A bica oeste era abastecida pelos mananciais de Paranhos e Salgueiros, enquanto a bica leste recebia água de uma fonte instalada na rua do Almada. Mais tarde, recebeu a água da Arca do Mercado do Anjo que seguia até à Fonte da Praça da Ribeira.
Antes da abertura da rua, naquele local existiu uma fonte enquadrada numa praça monumental de gosto barroco composta por escadaria de aparato que ligava ao nível superior onde estava a Capela de São Roque de planta hexagonal. A fonte era constituída por um conjunto escultórico composto por um Eros e um golfinho ao centro e um largo tanque que recebia a água. O conjunto estava enquadrado num vão ao centro do lanço de escadas. A praça em forma de meia laranja, era o Largo do Souto ou Largo de São Roque. Junto ao alçado tardoz da capela ficava a Rua dos Pelames. A praça, a fonte e a capela foram demolidos para a abertura da rua. O conjunto escultórico está preservado na coleção de lapidária do Museu Nacional de Soares dos Reis.
Este local ficou também marcado pelo encanamento do Rio de Vila em 1763 aquando da construção da Rua de São João e mais tarde O restante caudal foi encanado em 1875 aquando da abertura da Rua de Mouzinho da Silveira.
Para saber+ sobre o Rio de Vila clicar aqui.
Na década de 1920 no vão monumental da fonte foram instaladas duas lojas comerciais de pão e bolachas, e as partes constituintes da fonte numeradas e preservadas nas instalações dos SMAS. Para abastecimento de água aos locais instalou-se a Fonte do Souto, à entrada da rua do mesmo nome, onde ainda hoje está.
Em 21 de dezembro de 1965 foi aprovado o projeto de Bernardino Basto Fabião para a reconstrução da fonte que a trouxe de volta à cidade.
Antes da abertura da rua, naquele local existiu uma fonte enquadrada numa praça monumental de gosto barroco composta por escadaria de aparato que ligava ao nível superior onde estava a Capela de São Roque de planta hexagonal. A fonte era constituída por um conjunto escultórico composto por um Eros e um golfinho ao centro e um largo tanque que recebia a água. O conjunto estava enquadrado num vão ao centro do lanço de escadas. A praça em forma de meia laranja, era o Largo do Souto ou Largo de São Roque. Junto ao alçado tardoz da capela ficava a Rua dos Pelames. A praça, a fonte e a capela foram demolidos para a abertura da rua. O conjunto escultórico está preservado na coleção de lapidária do Museu Nacional de Soares dos Reis.
Este local ficou também marcado pelo encanamento do Rio de Vila em 1763 aquando da construção da Rua de São João e mais tarde O restante caudal foi encanado em 1875 aquando da abertura da Rua de Mouzinho da Silveira.
Para saber+ sobre o Rio de Vila clicar aqui.
Na década de 1920 no vão monumental da fonte foram instaladas duas lojas comerciais de pão e bolachas, e as partes constituintes da fonte numeradas e preservadas nas instalações dos SMAS. Para abastecimento de água aos locais instalou-se a Fonte do Souto, à entrada da rua do mesmo nome, onde ainda hoje está.
Em 21 de dezembro de 1965 foi aprovado o projeto de Bernardino Basto Fabião para a reconstrução da fonte que a trouxe de volta à cidade.